﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Agropress - Notícias</title><language>pt-BR</language><link>http://agropress.comunique-se.com.br</link><copyright>© Copyright 2019 Agropress</copyright><item><pubDate>Tue, 19 May 2020 11:09:00 GMT</pubDate><title>Productores Ruraes vão ao Governo Federal pedir solucções para as dívidas do sector.</title><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; N&amp;atilde;o, leitor, o t&amp;iacute;tulo n&amp;atilde;o est&amp;aacute; errado. &amp;Eacute; apenas uma refer&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; reportagens que foram publicadas em tempos passados, mas que a cada final de ciclo de plantio se repetia em diferentes culturas, no Brasil. Ou porque tinha acontecido quebra de safra, ou porque os pre&amp;ccedil;os pagos pelo produto colhido n&amp;atilde;o cobriam os custos, enfim, por v&amp;aacute;rias raz&amp;otilde;es. E se for olhar na imprensa, nos dias de hoje, este movimento de produtores protestando, indo ao governo, continua acontecendo. Porque, afinal, d&amp;iacute;vidas s&amp;atilde;o dores de cabe&amp;ccedil;a eterna no Agro, principalmente para o dentro da porteira.&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para se ter uma ideia, recentemente a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Defesa dos Agricultores, Andaterra, publicou um documento de uma pesquisa realizada pela Egr&amp;eacute;gora Consultoria,&amp;nbsp;informando que existe um total de R$ 700 bilh&amp;otilde;es em d&amp;iacute;vidas que v&amp;ecirc;m tirando o sono de v&amp;aacute;rios produtores rurais no Brasil, de todos os tamanhos e culturas. A entidade diz que esses n&amp;uacute;meros resultam de um ciclo sem-fim de refinanciamentos por conta de problemas nas safras.&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por ser uma atividade a c&amp;eacute;u aberto, que depende diretamente das quest&amp;otilde;es clim&amp;aacute;ticas, geralmente alguma cultura sempre acaba tendo problema. Veja o Rio Grande do Sul que neste ano, por conta da estiagem, perdeu entre 40 e 50% do que foi plantado em soja e milho, afetando um pouco do arroz, tamb&amp;eacute;m. E, com isto, formam-se as comiss&amp;otilde;es e grupos que v&amp;atilde;o ao Ministro da Agricultura, da Economia e ao Presidente pedir ajuda para o setor.&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;A pergunta que se escuta h&amp;aacute; anos &amp;eacute; por que n&amp;atilde;o existe pol&amp;iacute;tica agr&amp;iacute;cola de longo prazo, com regras claras e definidas principalmente para o financiamento da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alimentos que, ao final, &amp;eacute; estrat&amp;eacute;gico, tanto em n&amp;iacute;vel interno quando como gerador de divisas para o Pa&amp;iacute;s. Mas a resposta, nunca veio. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O professor de Agroneg&amp;oacute;cio na ESPM, Coriolano Xavier, em recente artigo, saudou a chegada da Lei 13.986/20 que, segundo ele, &amp;ldquo;renova o alcance e a robustez de nossa pol&amp;iacute;tica de cr&amp;eacute;dito para o agro&amp;rdquo;. Xavier cita ainda as palavras do ex-&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Secret&amp;aacute;rio de Pol&amp;iacute;tica Agr&amp;iacute;cola da &amp;eacute;poca do ex-ministro Roberto Rodrigues, Ivan Wedekin, que diz ser esta Lei, &amp;ldquo;a coisa mais inovadora que aconteceu no Brasil em pol&amp;iacute;tica agr&amp;iacute;cola, desde 2004, quando foram criados os t&amp;iacute;tulos do agroneg&amp;oacute;cio&amp;rdquo;, aponta Wedekin.&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Xavier diz que a nova Lei 13.986/20 tamb&amp;eacute;m tem como objetivo aumentar o acesso ao cr&amp;eacute;dito e traz relevantes inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Como a capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos externos, a possibilidade de emitir t&amp;iacute;tulos do agroneg&amp;oacute;cio com varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o cambial e a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Patrim&amp;ocirc;nio de Afeta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que permite a fragmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da propriedade para cobrir garantias de cr&amp;eacute;dito em diferentes opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A lei permite ainda a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Fundos Garantidores Solid&amp;aacute;rios (FGS), de composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e com troca de aval entre produtores, para dar garantias a empresas, bancos e tradings. Novidades que potencializam a pol&amp;iacute;tica de cr&amp;eacute;dito para o agro.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Num pa&amp;iacute;s como o Brasil, de dimens&amp;otilde;es continentais, com caracter&amp;iacute;sticas de clima e solo das mais diversas matizes, como n&amp;atilde;o atender &amp;agrave;s demandas dos setores que precisam de recursos para plantar. H&amp;aacute; uma estimativa que 90% dos produtores rurais precisam de cr&amp;eacute;dito para a sua atividade. Ora para plantio, ora para aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;aacute;quinas agr&amp;iacute;colas ou equipamentos de infraestrutura, como silos, por exemplo. A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alimentos tem um custo alto e deve ser vista como estrat&amp;eacute;gica e, portanto, priorit&amp;aacute;ria, junto com sa&amp;uacute;de e educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos governamentais.&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas, e as d&amp;iacute;vidas passadas? S&amp;atilde;o in&amp;uacute;meras as vezes que os Governos precisaram fazer longos processos de negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, renegocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, quita&amp;ccedil;&amp;otilde;es, anistias para que o produtor pudesse continuar produzindo o &amp;ldquo;nosso alimento de cada dia&amp;rdquo;. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; no mundo, pa&amp;iacute;s que direta ou indiretamente, n&amp;atilde;o financie, subsidie aos produtores a fim de que possam ficar na terra plantando, colhendo, produzindo. Se o Agro &amp;eacute; fundamental para o Brasil, como tratar e resolver este tema?&lt;/p&gt;

&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Alguns especialistas est&amp;atilde;o indicando que se deve aprofundar a institucionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Seguro Agr&amp;iacute;cola, como forma de dar seguran&amp;ccedil;a ao campo, pois, na hora que houver frustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de safra, o produtor tem como reaver o que investiu e evitar problemas com as d&amp;iacute;vidas de financiamento. Um fato &amp;eacute; claro. Se &amp;eacute; da porteira que sai o combust&amp;iacute;vel para movimentar a economia brasileira, &amp;eacute; preciso que todos os envolvidos olhem para o problema e saiam com uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o fact&amp;iacute;vel, pois o agro, n&amp;atilde;o pode esperar!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nelson Moreira &amp;ndash; CEO Agropress Marketing e Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;
</description><link>https://www.agropress.com.br/show.aspx?idMateria=zkgk8wkizSPj8tnhTwkukw==&amp;linguagem=pt</link></item><item><pubDate>Mon, 04 May 2020 15:27:00 GMT</pubDate><title>Produtora de Minas Gerais realiza sonho do trator rosa</title><description>&lt;p&gt;&amp;ldquo;Sempre fui apaixonada por trator, desde pequena e com oito anos, comecei a dirigir, junto com meu pai, quando ele ia mexer no caf&amp;eacute;, no terreir&amp;atilde;o de secagem. Naquele &amp;eacute;poca eu via tratores de v&amp;aacute;rias cores, vermelho, azul, verde, e me perguntava porque n&amp;atilde;o tinha rosa&amp;rdquo;. Esse foi o in&amp;iacute;cio da prosa com Amanda Fernandes Pereira, produtora de caf&amp;eacute;, no munic&amp;iacute;pio de Indian&amp;oacute;polis, Minas Gerais, na regi&amp;atilde;o metropolitana de Uberl&amp;acirc;ndia, no Tri&amp;acirc;ngulo Mineiro, onde ela contou sobre como fez para realizar o sonho de ter um trator, na cor rosa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo Amanda, a inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o veio quando ela assistiu a um v&amp;iacute;deo nas redes sociais de uma produtora do Rio Grande do Sul, recebendo um trator na cor rosa. Em seguida ela falou para o pai, Seu Irone, que quando fosse comprar outro trator, ela queria que fosse da mesma cor da produtora ga&amp;uacute;cha. Amanda diz que o trabalho na lavoura foi aumentando e precisaram comprar outro trator. &amp;ldquo;Foi a deixa. Olhei pro pai e disse, vai ser rosa&amp;rdquo;! A fam&amp;iacute;lia Alves Pereira j&amp;aacute; possui um trator U60 da marca LS Tractor e por gostarem muito foram comprar outro. &amp;ldquo;A concession&amp;aacute;ria foi muito sens&amp;iacute;vel e atendeu ao meu pedido, agora a frota de tratores rosas tem mais um companheiro&amp;rdquo;, disse a cafeicultura.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Amanda &amp;eacute; formada em agronomia e conforme diz trabalha na lavoura h&amp;aacute; muito tempo, fazendo todo e qualquer tipo de servi&amp;ccedil;o que tem que ser feito. A produtora tamb&amp;eacute;m atua na compra de insumos e na orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o agron&amp;ocirc;mica do cafezal. &amp;ldquo;Esse trator foi comprado principalmente para arrastar a m&amp;aacute;quina de colher caf&amp;eacute;, mas tamb&amp;eacute;m ir&amp;aacute; fazer outras atividades como pulveriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, servi&amp;ccedil;os com a trincha, esqueletamento, etc&amp;rdquo;, diz ela. A produtora complementa que optaram novamente pela marca LS Tractor por diversos motivos. &amp;ldquo;Al&amp;eacute;m de ser um trator bastante econ&amp;ocirc;mico, ele ainda consegue exercer todas as atividades que a lavoura cafeeira demanda um trator compacto, forte, extremamente confort&amp;aacute;vel, com uma cabine fant&amp;aacute;stica, &amp;eacute; bom de trabalho mesmo&amp;rdquo;! finaliza Amanda. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description><link>https://www.agropress.com.br/show.aspx?idMateria=q1tUmZX3m77NIao/lCtIwg==&amp;linguagem=pt</link></item><item><pubDate>Thu, 23 Jan 2020 18:57:00 GMT</pubDate><title>Mapa negocia R$ 1,5 bilhão para apoiar contratação do seguro rural em 2021</title><description>&lt;p&gt;Desde o dia 2 de janeiro, os produtores podem procurar os corretores, institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras, cooperativas e revendas para contratar as ap&amp;oacute;lices de seguro no &amp;acirc;mbito do Programa de Subven&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Pr&amp;ecirc;mio do Seguro Rural (PSR). S&amp;atilde;o 14 companhias seguradoras credenciadas no programa operando em todas as regi&amp;otilde;es do pa&amp;iacute;s e ofertando seguros rurais para mais de 60 culturas e atividades. Para 2020, est&amp;aacute; previsto R$ 1 bilh&amp;atilde;o para o programa, maior valor para subven&amp;ccedil;&amp;atilde;o desde sua cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com o objetivo de dar continuidade &amp;agrave; promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seguro rural como principal instrumento mitigador de riscos clim&amp;aacute;ticos, o Minist&amp;eacute;rio da Agricultura, Pecu&amp;aacute;ria e Abastecimento (Mapa) ir&amp;aacute; debater com a &amp;aacute;rea econ&amp;ocirc;mica do governo federal a meta de ampliar o or&amp;ccedil;amento do programa para R$ 1,5 bilh&amp;atilde;o no exerc&amp;iacute;cio de 2021.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Regras em 2020&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Novas regras de subven&amp;ccedil;&amp;atilde;o entram em vigor este ano, o que ir&amp;aacute; permitir que mais produtores tenham acesso &amp;agrave; subven&amp;ccedil;&amp;atilde;o (veja tabela). A estimativa &amp;eacute; apoiar a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de aproximadamente 250 mil ap&amp;oacute;lices, possibilitando a cobertura de 18 milh&amp;otilde;es de hectares e um valor segurado de R$ 50 bilh&amp;otilde;es. &amp;nbsp;A proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera o comportamento de contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es em anos anteriores e pode variar dependendo do perfil de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seguro rural por atividade e tamanho de produtor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="https://files.workr.com.br/ViewImage.aspx?image=O4dkuJoietNOZUVB1a78mg==" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A partir dos ajustes feitos nas regras, a expectativa &amp;eacute; que 17% a mais de produtores sejam contemplados com seguro rural no PSR, quando comparado com a regra anterior. Para as culturas de frutas, oler&amp;iacute;colas, cana-de-a&amp;ccedil;&amp;uacute;car, pecu&amp;aacute;ria, aqu&amp;iacute;cola e florestas, a subven&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao pr&amp;ecirc;mio do seguro aumentou de 35% para 40%. Al&amp;eacute;m disso, produtores de culturas de inverno, como trigo e milho de segunda safra, ter&amp;atilde;o subven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 40% no tipo de cobertura de multirrisco, que antes estava em 35%.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para gr&amp;atilde;os de ver&amp;atilde;o, como soja e milho, e para o caf&amp;eacute;, a subven&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode variar entre 20% e 30%, a depender do tipo de cobertura e de produto contratado. As mudan&amp;ccedil;as tamb&amp;eacute;m foram realizadas no limite financeiro anual por benefici&amp;aacute;rio na modalidade agr&amp;iacute;cola, que passou de R$ 72 mil para R$ 48 mil, considerando que um pequeno n&amp;uacute;mero de ap&amp;oacute;lices era beneficiada com os limites maiores e a redistribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses valores possibilitar&amp;aacute; que mais agricultores tenham acesso &amp;agrave; subven&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O diretor do Departamento de Gest&amp;atilde;o de Riscos do Mapa, Pedro Loyola, ressaltou que a simplifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas regras foi aprovada pelo Comit&amp;ecirc; Gestor Interministerial do Seguro Rural no ano passado. &amp;quot;Essas mudan&amp;ccedil;as atendem demandas do setor para tornar o seguro mais acess&amp;iacute;vel&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, o Mapa est&amp;aacute; com projetos para melhorar os produtos e servi&amp;ccedil;os entregues pelas seguradoras habilitadas. &amp;ldquo;Estamos criando um monitor do seguro rural em que as entidades poder&amp;atilde;o, com aux&amp;iacute;lio do Mapa, formalizar para o mercado segurador demandas fundamentadas visando aperfei&amp;ccedil;oar ou desenvolver novos produtos de seguro rural&amp;quot;. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outro objetivo do Mapa &amp;eacute; elevar o patamar de qualidade dos servi&amp;ccedil;os entregues pelas seguradoras aos produtores. &amp;ldquo;Vamos cobrar melhorias nas coberturas e produtividades estipuladas, bem como dos servi&amp;ccedil;os dos corretores e de peritos agr&amp;iacute;colas. Esses &amp;uacute;ltimos ter&amp;atilde;o que fazer parte de um cadastro nacional e ser&amp;atilde;o submetidos a cursos de capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; 2022. Todas essas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es fazem parte do Programa AGIR &amp;ndash; Agro Gest&amp;atilde;o Integrada de Riscos no &amp;acirc;mbito do projeto de Promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Seguro Rural&amp;rdquo;, finalizou.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fonte: MAPA&lt;/p&gt;
</description><link>https://www.agropress.com.br/show.aspx?idMateria=stiaTaQUkeh2Ql8Cm3DDIQ==&amp;linguagem=pt</link></item><item><pubDate>Wed, 08 Jan 2020 18:03:00 GMT</pubDate><title>Venda de máquina agrícola deve crescer em 2020</title><description>&lt;p&gt;S&amp;Atilde;O PAULO (Reuters) - As vendas de m&amp;aacute;quinas agr&amp;iacute;colas e rodovi&amp;aacute;rias pela ind&amp;uacute;stria a concession&amp;aacute;rias no Brasil devem crescer 2,9% em 2020, ap&amp;oacute;s um recuo em 2019, apontaram proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Fabricantes de Ve&amp;iacute;culos Automotores (Anfavea) nesta ter&amp;ccedil;a-feira.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As vendas dessas m&amp;aacute;quinas neste ano est&amp;atilde;o estimadas em 45 mil unidades, de acordo com a entidade, ante 43,7 mil unidades em 2019, quando foi contabilizado recuo de 8,4% frente a 2018.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;J&amp;aacute; as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es desses equipamentos agr&amp;iacute;colas e rodovi&amp;aacute;rios neste ano foram projetadas em 13 mil unidades, aumento de 1% frente a 2019. Os n&amp;uacute;meros do ano passado representaram alta de 1,5% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com 2018.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessas m&amp;aacute;quinas dever&amp;aacute; somar 56 mil unidades em 2020, um incremento de 5,4% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, segundo a Anfavea. No acumulado de 2019, elas somaram 53,1 mil unidades, com retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 19,1% ante o ano completo de 2018.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;DEZEMBRO&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A Anfavea tamb&amp;eacute;m divulgou nesta ter&amp;ccedil;a-feira os n&amp;uacute;meros de dezembro de 2019, quando as vendas internas de m&amp;aacute;quinas agr&amp;iacute;colas e rodovi&amp;aacute;rias somaram 3,3 mil unidades, com queda de 24,4% ante mesmo per&amp;iacute;odo de 2018, enquanto ficaram praticamente est&amp;aacute;veis frente a novembro, com alta de 0,8%.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses equipamentos em dezembro passado foi de 2,3 mil m&amp;aacute;quinas, o que representa queda de 58,8% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo m&amp;ecirc;s de 2018 e recuo de 48% frente a novembro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;J&amp;aacute; as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es foram de 0,9 mil unidades em dezembro, com alta de 7% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, mas recuo de 15,1% ante novembro, segundo os dados da Anfavea.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;(Por Alberto Alerigi e Luciano Costa)&lt;/p&gt;
</description><link>https://www.agropress.com.br/show.aspx?idMateria=+NUkNNO77SGS+6Dfp+KN7A==&amp;linguagem=pt</link></item><item><pubDate>Mon, 02 Dec 2019 16:21:00 GMT</pubDate><title>Inteligência artificial é a mais nova aliada do campo</title><description>&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="https://files.workr.com.br/ViewImage.aspx?image=J23yCyzJ0RTLlQIU79rOqQ==" /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Hoje, a intelig&amp;ecirc;ncia artificial &amp;eacute; uma realidade no setor agr&amp;iacute;cola global e est&amp;aacute; sendo aplicada massivamente por empresas l&amp;iacute;deres e inovadoras. Com isso, esse tipo de tecnologia est&amp;aacute; se consolidando como a mais nova aliada no campo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;ldquo;Podemos encontrar tantas aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es quanto culturas e trabalhos em campo, desde aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es para identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o precoce de doen&amp;ccedil;as e avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de danos, controle de ervas daninhas, at&amp;eacute; o uso de rob&amp;ocirc;s para colheita de frutas e vegetais, an&amp;aacute;lise de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es por sat&amp;eacute;lite, gerenciamento de Recursos agron&amp;ocirc;micos e monitoramento de gado. Uma ampla gama de modelos preditivos para melhorar a tomada de decis&amp;otilde;es agron&amp;ocirc;micas, detec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de defici&amp;ecirc;ncias nutricionais nas lavouras, entre outras aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es relevantes neste ecossistema inovador do qual fazemos parte&amp;rdquo;, indicou um artigo publicado no portal interempresas.net.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais relevantes da IA na agricultura podem ser classificadas em tr&amp;ecirc;s categorias principais. Sendo elas os rob&amp;ocirc;s, que as &amp;nbsp;empresas est&amp;atilde;o desenvolvendo e programando para realizar trabalhos agr&amp;iacute;colas b&amp;aacute;sicos, como plantio, colheita, controle de ervas daninhas e pulveriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com o monitoramento de culturas e solo, atrav&amp;eacute;s da vis&amp;atilde;o de dispositivos eletr&amp;ocirc;nicos e algoritmos de aprendizado para processar dados capturados por drones e / ou tecnologia baseada em software, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel monitorar a sa&amp;uacute;de das culturas e do solo. Por fim, a an&amp;aacute;lise preditiva age com modelos de aprendizado de m&amp;aacute;quina para monitorar e prever impactos das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ambientais no desempenho e rendimento da colheita.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;ldquo;Passamos da agricultura intensiva em produtos fitossanit&amp;aacute;rios, &amp;aacute;gua e fertilizantes, para a agricultura intensiva em conhecimento, atrav&amp;eacute;s do uso de uma quantidade significativa de dados que s&amp;atilde;o transformados em informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es valiosas. Se voc&amp;ecirc; observar, alguns anos atr&amp;aacute;s, a robotiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o era mecaniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Atualmente, com a IA, surgem processos de racioc&amp;iacute;nio que transformam n&amp;atilde;o apenas atividades produtivas, mas tamb&amp;eacute;m o contexto de trabalho&amp;rsquo;, conclui.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp;Por:&amp;nbsp;&lt;strong itemprop="author"&gt;&lt;a href="javascript:;" target="_blank"&gt;AGROLINK&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;-&lt;i&gt;Leonardo Gottems&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
</description><link>https://www.agropress.com.br/show.aspx?idMateria=MeOK8VWIyEYEWLMHUr0Jsw==&amp;linguagem=pt</link></item><item><pubDate>Tue, 19 Nov 2019 18:20:00 GMT</pubDate><title>Ipea revê para cima a previsão do PIB agro de 2019 e 2020</title><description>&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="https://files.workr.com.br/ViewImage.aspx?image=X+y3WdD3f9pL5ox1THjZMg==" /&gt;A equipe de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econ&amp;ocirc;mica Aplicada (Ipea) revisou de 0,5% para 1,4% a previs&amp;atilde;o de crescimento do produto interno bruto (PIB) do setor agropecu&amp;aacute;rio em 2019. Para 2020, espera-se que o setor avance mais que 3% nos dois cen&amp;aacute;rios avaliados. Usando o primeiro progn&amp;oacute;stico de safra do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;iacute;stica (IBGE) divulgado neste m&amp;ecirc;s, a previs&amp;atilde;o de crescimento &amp;eacute; de 3,2% no ano que vem. A proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o vai a 3,7% ao se levar em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o o levantamento da safra de gr&amp;atilde;os da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para os dois cen&amp;aacute;rios, os pesquisadores do Ipea tamb&amp;eacute;m consideraram informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para a pecu&amp;aacute;ria. Os dados foram divulgados nesta ter&amp;ccedil;a-feira, 19, na&amp;nbsp;se&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Economia Agr&amp;iacute;cola da Carta de Conjuntura do Ipea, apresentada em semin&amp;aacute;rio na sede do instituto, em Bras&amp;iacute;lia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A an&amp;aacute;lise dos componentes do PIB agropecu&amp;aacute;rio aponta que a lavoura deve encerrar 2019 com alta de 1%, e a pecu&amp;aacute;ria com avan&amp;ccedil;o de 1,8%. Com base nos dados do IBGE, os principais destaques para o terceiro trimestre do ano foram o milho e o algod&amp;atilde;o, pelo lado agr&amp;iacute;cola &amp;ndash; com aumentos previstos de 23,2% e 39,7%, respectivamente &amp;ndash;, e os ovos, pela pecu&amp;aacute;ria, com avan&amp;ccedil;o de 3,4% em sua produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O PIB do setor agropecu&amp;aacute;rio cresceu 2,7% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo trimestre do ano anterior.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para 2020, a pecu&amp;aacute;ria ser&amp;aacute; protagonista, com expectativa de crescimento de 4,3%, influenciado por uma alta de 5,8% na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bovinos. Ainda de acordo com o Grupo de Conjuntura do Ipea, a pecu&amp;aacute;ria deve registrar um recorde de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, impulsionado principalmente pelo aumento na demanda de mercados como China, Hong Kong e Emirados &amp;Aacute;rabes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos produtos agr&amp;iacute;colas, a previs&amp;atilde;o &amp;eacute; de que a soja &amp;mdash; gr&amp;atilde;o que possui o maior peso no PIB do setor &amp;ndash; cres&amp;ccedil;a no m&amp;iacute;nimo 4,7% em 2020. J&amp;aacute; a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de milho, destaque em 2019, deve sofrer uma queda de ao menos 1,7% na safra 2019/2020.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es: milho &lt;em&gt;versus&lt;/em&gt; soja&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es at&amp;eacute; outubro de 2019 foram marcadas por uma dicotomia. Enquanto o milho foi o grande destaque positivo, com um desempenho sem precedentes &amp;mdash; o valor das vendas aumentou 123% no per&amp;iacute;odo, resultado do crescimento de 122% nas quantidades e 1% nos pre&amp;ccedil;os &amp;mdash;, o valor exportado de soja no mesmo per&amp;iacute;odo caiu 22%.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No caso do milho, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para alguns mercados, como Taiwan, Coreia do Sul e Vietn&amp;atilde;, aumentaram mais de seis vezes, ao mesmo tempo que as vendas para o Jap&amp;atilde;o cresceram 37 vezes. O Ir&amp;atilde;, principal destino do milho brasileiro, ampliou suas compras em 27,8%. O gr&amp;atilde;o nacional tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; mais barato que o norte-americano &amp;ndash; que, por sua vez, teve as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es prejudicadas neste ano por fatores clim&amp;aacute;ticos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/conjuntura/191119_cc_45_economia_agricola.pdf"&gt;Confira a &amp;iacute;ntegra do estudo&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fonte: Assessoria de Imprensa IPEA&lt;/p&gt;
</description><link>https://www.agropress.com.br/show.aspx?idMateria=T8XwxMGGDxVlVQb6kYzTBA==&amp;linguagem=pt</link></item><item><pubDate>Wed, 13 Nov 2019 18:09:00 GMT</pubDate><title>Conab prevê novo recorde para safra brasileira de grãos com 246 milhões de toneladas</title><description>&lt;table align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width:750px;" width="750"&gt;
	&lt;tbody&gt;
		&lt;tr&gt;
			&lt;td style="width:600px;"&gt;
			&lt;p&gt;&lt;em&gt;A pesquisa de campo foi realizada no per&amp;iacute;odo de 28/10 a 1&amp;ordm;/11, com mais de 900 informantes em todo o pa&amp;iacute;s&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
			&lt;/td&gt;
		&lt;/tr&gt;
		&lt;tr&gt;
			&lt;td style="width:600px;"&gt;
			&lt;p&gt;A estimativa da safra 2019/2020 de gr&amp;atilde;os aponta para um novo recorde, com 246,4 milh&amp;otilde;es de toneladas, um aumento de 1,8% ou 4,3 milh&amp;otilde;es de toneladas em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; safra 2018/19. Os n&amp;uacute;meros s&amp;atilde;o do 2&amp;ordm; levantamento divulgado nesta quarta-feira (13) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A pesquisa de campo foi realizada no per&amp;iacute;odo de 28/10 a 1&amp;ordm;/11, com mais de 900 informantes em todo o pa&amp;iacute;s.&lt;br /&gt;
			&lt;br /&gt;
			A inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de plantio sinaliza uma varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o positiva de 1,4% quando comparado &amp;agrave; &amp;aacute;rea da &amp;uacute;ltima safra, chegando a 64,1 milh&amp;otilde;es de hectares.&lt;br /&gt;
			&lt;br /&gt;
			A &amp;aacute;rea a ser semeada com soja aponta para um crescimento de 2,3% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; safra passada. O plantio no Brasil atinge 56% da &amp;aacute;rea. A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; estimada em 120,9 milh&amp;otilde;es de toneladas, mesmo com os problemas clim&amp;aacute;ticos que atrasaram o plantio em Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt;
			&lt;br /&gt;
			J&amp;aacute; o milho primeira safra, que nos &amp;uacute;ltimos levantamentos perdia espa&amp;ccedil;o para a soja, mostrou aumento de &amp;aacute;rea e alcan&amp;ccedil;ou 4,1 milh&amp;otilde;es de hectares. A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode chegar a 26,3 milh&amp;otilde;es de toneladas, 2,4% superior a 2018/19. As condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es das lavouras no RS e PR est&amp;atilde;o boas. A partir de janeiro, come&amp;ccedil;a o plantio da segunda safra do cereal, que representa mais de 70% da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de milho no pa&amp;iacute;s.&lt;br /&gt;
			&lt;br /&gt;
			O algod&amp;atilde;o, cuja janela de plantio come&amp;ccedil;a no final deste m&amp;ecirc;s, mant&amp;eacute;m a proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o de crescimento tanto em &amp;aacute;rea, alcan&amp;ccedil;ando mais de 1,6 milh&amp;atilde;o de hectares, quanto no volume total esperado, podendo chegar a 2,7 milh&amp;otilde;es de toneladas de pluma. O produtor segue apostando na demanda externa pela pluma brasileira. Em outubro, o Brasil exportou o maior volume mensal da hist&amp;oacute;ria: 279 mil t de pluma.&lt;br /&gt;
			&lt;br /&gt;
			Para o feij&amp;atilde;o primeira safra, a estimativa &amp;eacute; de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &amp;aacute;rea, devendo ficar em 917,8 mil hectares. Ainda assim, a perspectiva &amp;eacute; de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o superior &amp;agrave; safra passada, podendo chegar a mais de 1 milh&amp;atilde;o de toneladas. Com o atraso das chuvas e a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o por culturas mais rent&amp;aacute;veis, o produtor tamb&amp;eacute;m prefere investir na segunda safra, para garantir uma colheita com maior qualidade.&lt;br /&gt;
			&lt;br /&gt;
			Outras culturas, como o arroz, deve ter redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1,8% na &amp;aacute;rea cultivada. Apesar do atraso no plantio, em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do excesso de chuvas no RS e SC, a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;aacute; ser 0,2% maior que a safra passada, chegando a 10,5 milh&amp;otilde;es de toneladas.&lt;br /&gt;
			&lt;br /&gt;
			O clima, especialmente na Regi&amp;atilde;o Sul, tem prejudicado a finaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da colheita dos cereais de inverno. O trigo, por exemplo, deve apresentar redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 2,8% na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o final, alcan&amp;ccedil;ando 5,3 milh&amp;otilde;es de toneladas. No entanto, outras culturas como aveia branca, centeio e cevada apontam para aumento no volume produzido em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano anterior.&lt;/p&gt;
			&lt;/td&gt;
		&lt;/tr&gt;
	&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;

&lt;div style="clear:both;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt="" src="https://files.workr.com.br/ViewImage.aspx?image=7q501qoPWmpeFaKWyncG5g==" /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>https://www.agropress.com.br/show.aspx?idMateria=OQY9nxK06xvV5oVbhCwSpA==&amp;linguagem=pt</link></item><item><pubDate>Thu, 26 Sep 2019 17:22:00 GMT</pubDate><title>As três cidades com mais suínos no país</title><description>&lt;p&gt;O rebanho de su&amp;iacute;nos estimado em 2018 chegou a 41,4 milh&amp;otilde;es, de acordo com a Pesquisa da Pecu&amp;aacute;ria Municipal (PPM), divulgada na &amp;uacute;ltima sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;iacute;stica (IBGE). O n&amp;uacute;mero representa aumento de 0,1% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano anterior. Todos os planteis de animais de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o cresceram em 2018, com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o do bovino.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De acordo com o IBGE, a regi&amp;atilde;o Sul concentra quase metade de todo o rebanho suin&amp;iacute;cola nacional (49,7%). O estado de Santa Catarina &amp;eacute; respons&amp;aacute;vel por 19,2% do total. O Paran&amp;aacute; aparece sem segundo, com 16,6%, enquanto o Rio Grande do Sul &amp;eacute; terceiro, com 13,8% do total. Fora da regi&amp;atilde;o Sul, o estado de Minas Gerais &amp;eacute; o quarto, com 12,7% do rebanho brasileiro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;AS TR&amp;Ecirc;S MAIORES PRODUTORAS DE SU&amp;Iacute;NOS&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="https://files.workr.com.br/ViewImage.aspx?image=J8mREfmno6q6na6Tp3RtQw==" style="width: 500px; height: 375px;" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Apenas uma cidade na regi&amp;atilde;o Sul est&amp;aacute; entre as tr&amp;ecirc;s maiores produtoras de su&amp;iacute;nos. &amp;Eacute; o caso de Toledo, no Paran&amp;aacute;, que &amp;eacute; sede de uma unidade da BRF e da cooperativa Primato. Em seguida, aparece Rio Verde, em Goi&amp;aacute;s, onde est&amp;aacute; outra unidade da BRF, e a mineira Uberl&amp;acirc;ndia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O IBGE estima que o Brasil tenha 4,8 milh&amp;otilde;es de matrizes de su&amp;iacute;nos &amp;ndash; o que significa que, do efetivo total de su&amp;iacute;nos, 11,6% corresponderam a matrizes (aumento de 1,5% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano anterior), tendo essa cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m destaque na regi&amp;atilde;o Sul, onde se encontravam 42,2% desse efetivo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fonte: Suinocultura Industrial&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description><link>https://www.agropress.com.br/show.aspx?idMateria=xu/oY8oKjJqyd47YLWtEug==&amp;linguagem=pt</link></item><item><pubDate>Fri, 20 Sep 2019 15:58:00 GMT</pubDate><title>SENAR E BANCO MUNDIAL PLANEJAM AMPLIAR PARCERIAS NA AGROPECUÁRIA </title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bras&amp;iacute;lia (19/09/2019)&lt;/strong&gt; &amp;ndash; O presidente do Sistema CNA/Senar, Jo&amp;atilde;o Martins, reuniu-se com gerentes da &amp;aacute;rea de agricultura do Banco Mundial para tratar de novas parcerias para o desenvolvimento rural do Brasil. O encontro aconteceu na quarta (18), na sede da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em Bras&amp;iacute;lia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="https://files.workr.com.br/ViewImage.aspx?image=/najX2zJSTCRfHIlip4u/Q==" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Jo&amp;atilde;o Martins destacou que os dados do Projeto ABC Cerrado, primeira parceria entre as duas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, demonstram que o acompanhamento t&amp;eacute;cnico e gerencial das propriedades rurais resulta no aumento da efici&amp;ecirc;ncia produtiva e na sustentabilidade da agropecu&amp;aacute;ria brasileira.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O ABC Cerrado est&amp;aacute; em fase de encerramento. A iniciativa possibilitou a dissemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tecnologias de baixa emiss&amp;atilde;o de carbono em mais de sete mil propriedades rurais nos estados de Goi&amp;aacute;s, Maranh&amp;atilde;o, Minas Gerais, Tocantins, Bahia, Piau&amp;iacute;, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na reuni&amp;atilde;o, a gerente da pr&amp;aacute;tica global de Agricultura para a Am&amp;eacute;rica Latina e Caribe do Banco Mundial, Preeti Ahuja, demonstrou o interesse da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o em ampliar as parcerias estrat&amp;eacute;gicas para beneficiar outras regi&amp;otilde;es do Brasil, como o Nordeste e a regi&amp;atilde;o Amaz&amp;ocirc;nica.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m do ABC Cerrado, o Senar e o Banco Mundial s&amp;atilde;o parceiros na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Projeto Paisagens Rurais, que vai capacitar e prestar Assist&amp;ecirc;ncia T&amp;eacute;cnica e Gerencial (ATeG) para produtores rurais do Cerrado com foco na recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental produtiva do bioma.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m participaram da reuni&amp;atilde;o o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara, o gerente do Projeto ABC Cerrado no Banco Mundial, Maurizio Guadagni, a economista agr&amp;iacute;cola para o Banco Mundial, Barbara Farinelli, a especialista s&amp;ecirc;nior em desenvolvimento rural do Banco Mundial, F&amp;aacute;tima Amazonas, a diretora de Assist&amp;ecirc;ncia T&amp;eacute;cnica e Gerencial do Senar, Andr&amp;eacute;a Barbosa, a coordenadora de Programas e Projetos do Senar, Janei Resende, e a consultora da CNA, Monika Bergamaschi.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para saber mais sobre o ABC Cerrado, acesse: &lt;a href="https://www.cnabrasil.org.br/projetos-e-programas/abc-cerrado"&gt;https://www.cnabrasil.org.br/projetos-e-programas/abc-cerrado&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fonte: Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o CNA/Senar&lt;/p&gt;
</description><link>https://www.agropress.com.br/show.aspx?idMateria=0Av9oeWnqgAfzU6j/EfjKw==&amp;linguagem=pt</link></item><item><pubDate>Mon, 29 Jul 2019 12:05:00 GMT</pubDate><title>Governo aprova Autoridade Nacional de Dados</title><description>&lt;p&gt;Opresidente Jair Bolsonaro sancionou, na ter&amp;ccedil;a-feira, 9, o texto que altera a Lei Geral de Prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dados (LGPD, n&amp;uacute;mero 13.709/2018) e cria a Autoridade Nacional de Prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dados (ANPD). Vetou parte do projeto que tramitou por C&amp;acirc;mara e Senado, incluindo quest&amp;otilde;es consideradas importantes, como a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de revis&amp;atilde;o por pessoal natural e a desobriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de entendimento jur&amp;iacute;dico do principal respons&amp;aacute;vel pela gest&amp;atilde;o de dados.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o era considerada urgente pelo mercado, que esperava a instaura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ANPD de modo que as empresas tivessem uma baliza institucional para regrar suas adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; Lei. Desse modo, o&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/05/31/agencia-nacional-de-dados-espera-sancao-presidencial.html" rel="noopener" target="_blank"&gt;Congresso aprovou rapidamente a LGPD no final do m&amp;ecirc;s passado&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O texto consolidado atualiza a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de direitos em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a dados pessoais, estabelecendo diferen&amp;ccedil;as para a gest&amp;atilde;o dessas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas e privadas.&amp;nbsp;A lei tamb&amp;eacute;m retirou a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que um pedido de revis&amp;atilde;o de dados por usu&amp;aacute;rio seja feito unicamente por uma &amp;ldquo;pessoa natural&amp;rdquo;. Sendo assim, se um usu&amp;aacute;rio exigir, por exemplo, a exclus&amp;atilde;o de suas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em determinada plataforma ou numa campanha, um sistema automatizado poder&amp;aacute; analisar a quest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O novo texto derrubou ainda a obrigatoriedade de conhecimento jur&amp;iacute;dico-regulat&amp;oacute;rio por parte do principal respons&amp;aacute;vel pela gest&amp;atilde;o de dados nas empresas, conhecido geralmente como data protection officer (DPO). As companhias ou institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es ficar&amp;atilde;o livres para contratar ou nomear para essa fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o o perfil que acreditarem serem mais apropriado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outra quest&amp;atilde;o sens&amp;iacute;vel que foi revista era a garantia de seguran&amp;ccedil;a &amp;agrave;s pessoas que fizessem solicita&amp;ccedil;&amp;otilde;es no &amp;acirc;mbito da Lei de Acesso &amp;agrave; Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Antes, a LGPD exigia prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre os dados pessoais de quem requisitasse acesso. O veto tira essa salvaguarda.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Algumas modalidades de puni&amp;ccedil;&amp;otilde;es a empresas que infringissem a lei tamb&amp;eacute;m ca&amp;iacute;ram. Entre elas, a interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o do funcionamento do banco de dados por seis meses, prorrog&amp;aacute;veis por mais seis, e a&amp;nbsp; suspens&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os e atividades relacionadas a tratamento de dados por at&amp;eacute; um ano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No entendimento geral de especialistas, os vetos priorizaram quest&amp;otilde;es econ&amp;ocirc;micas e enfraqueceram as atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es fiscalizadoras da ANPD. Algumas garantias expressas no C&amp;oacute;digo de Defesa do Consumidor e no Marco Civil da Internet tamb&amp;eacute;m foram impactadas. O prazo para adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado &amp;agrave;s diretrizes da LGPD &amp;eacute; at&amp;eacute; agosto de 2020.&lt;/p&gt;
</description><link>https://www.agropress.com.br/show.aspx?idMateria=O2vvOSww6O11oeElrDC4Vg==&amp;linguagem=pt</link></item><item><pubDate>Mon, 29 Jul 2019 12:00:00 GMT</pubDate><title>Produtores utilizam técnicas naturais para proteger lavouras do tempo frio</title><description>&lt;p&gt;Produtores rurais de Caconde, Divinol&amp;acirc;ndia e &amp;Aacute;guas da Prata (SP) est&amp;atilde;o colocando em pr&amp;aacute;tica t&amp;eacute;cnicas naturais para proteger as lavouras das baixas temperaturas e da temida geada.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em Caconde, os p&amp;eacute;s de caf&amp;eacute; plantados h&amp;aacute; menos de 1 anos recebem aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o redobrada. &amp;quot;As plantas menores s&amp;atilde;o organismos menos complexos, s&amp;atilde;o como beb&amp;ecirc;s realmente. Elas n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de saia, n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m uma &amp;aacute;rea folhear grande e est&amp;atilde;o mais sujeitas ao vento. O caule &amp;eacute; menor, ent&amp;atilde;o a resist&amp;ecirc;ncia delas &amp;eacute; menor tamb&amp;eacute;m&amp;quot;, explicou Reginaldo Ant&amp;ocirc;nio de Sousa, engenheiro agr&amp;ocirc;nomo da Coordenadoria de Assist&amp;ecirc;ncia T&amp;eacute;cnica Integral (Cati).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por conta dessas caracter&amp;iacute;sticas, a orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do especialista &amp;eacute; proteger o caule com terra, o que evita a morte das plantas em caso de geada.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;quot;Funciona como um cobertor, como uma superf&amp;iacute;cie de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o frio para e n&amp;atilde;o mata a gema que est&amp;aacute; no caule&amp;quot;, afirmou.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Produtor rural, Douglas Eduardo dos Reis acredita que vale colocar a t&amp;eacute;cnica em pr&amp;aacute;tica, j&amp;aacute; que h&amp;aacute; previs&amp;atilde;o de geada para os pr&amp;oacute;ximos dias, e sabe que &amp;eacute; preciso retirar a terra depois que frio passar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;quot;O correto &amp;eacute; ser feito em maio, antes de come&amp;ccedil;ar a grande quantidade de frio e geada, e ser retirada no m&amp;aacute;ximo no m&amp;ecirc;s de setembro, quando come&amp;ccedil;a o calor&amp;quot;, explicou. &amp;quot;Se ficar deixando essa terra, pode causar les&amp;otilde;es ao caule da planta&amp;quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outras medidas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Em um s&amp;iacute;tio em Divinol&amp;acirc;ndia, as t&amp;eacute;cnicas s&amp;atilde;o empregadas para a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o das lavouras de caf&amp;eacute;. A primeira pr&amp;aacute;tica &amp;eacute; plantar nas partes mais altas do terreno, onde a chance de haver geada &amp;eacute; menor. Outra &amp;eacute; manter carreiras de bananeiras e de mato para ajudar a barrar o vento forte.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;quot;A gente mant&amp;eacute;m a entrelinha de mato na lavoura jovem porque ela ajuda a proteger do vento e mant&amp;eacute;m a linha do caf&amp;eacute; bem livre de mato para n&amp;atilde;o acumular orvalho&amp;quot;, disse o produtor rural Manasses Sampaio Dias. &amp;quot;Pode ter frio intenso, mas nunca perdemos lavoura aqui&amp;quot;, afirmou.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; somente a planta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caf&amp;eacute; que merece cuidados. Em uma fazenda em &amp;Aacute;guas da Prata onde s&amp;atilde;o cultivados produtos org&amp;acirc;nicos, as hortali&amp;ccedil;as tamb&amp;eacute;m recebem aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial por causa do orvalho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em determinado hor&amp;aacute;rio da noite, um funcion&amp;aacute;rio cerca a horta com tambores cheios de serragem e coloca fogo para fazer fuma&amp;ccedil;a. &amp;quot;A cortina de fuma&amp;ccedil;a vai evitar que o calor do solo v&amp;aacute; embora e entre o ar frio que vai esfriar o orvalho, o que vai dar o congelamento&amp;quot;, explicou Renato Martins da Silva, trabalhador da fazenda.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;quot;Tem que acender nos hor&amp;aacute;rios de 19h e 20h para durar a noite inteira. Mesmo com o fogo, com a fuma&amp;ccedil;a, no outro dia tem que irrigar, ela vai tirar o gelo, vai descongelar antes do Sol bater, sen&amp;atilde;o vai queimar as plantas&amp;quot;, orientou.&lt;/p&gt;
</description><link>https://www.agropress.com.br/show.aspx?idMateria=QZLnboNGVAMoSjkoWOn9xA==&amp;linguagem=pt</link></item><item><pubDate>Mon, 15 Jul 2019 17:58:00 GMT</pubDate><title>Política nacional vai incentivar criação de ovinos e caprinos</title><description>&lt;p&gt;O Ministério instituiu a política com objetivo de padronizar os processos, garantir a regularidade no fornecimento da carne e melhorar qualidade dos produtos. Para aumentar o rebanho de ovinos e caprinos para produção de carne, lã, couro, leite e outros derivados, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou a Política Nacional de Incentivo à Ovinocaprinocultura, por meio da Lei 13.854, publicada nesta terça-feira (9), no Diário Oficial da União.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O plano é padronizar os processos com o objetivo de garantir a regularidade no fornecimento da carne e eficiência na produtividade. Também é voltado para melhoria da qualidade dos produtos, segurança alimentar e o combate ao abigeato (roubo de rebanhos), por meio da regularização do abate e do comércio de produtos da ovinocaprinocultura. A legislação também prevê o estímulo à fabricação industrial, familiar e artesanal dos produtos de ovinos e caprinos; pesquisa, assistência técnica e extensão rural; modernização tecnológica e de gestão das cadeias produtivas. Terão destaque o melhoramento genético dos animais, com o desenvolvimento de raças mais produtivas, adaptadas e capazes de gerar produtos de melhor padrão de qualidade para o consumidor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O rebanho de caprinos do Brasil cresceu 16,1% entre 2006 e 2017, segundo o Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em todo o país, o número de animais passou de 7,1 milhões para 8,2 milhões no período.  A quantidade de cabeças de caprinos no Brasil alavancou em três regiões: Nordeste (de 6,4 milhões para 7,6 milhões, ou 18,3%), Norte (139,7 mil para 188,6 mil, ou 35%) e Centro-Oeste (75,9 mil para 108,8 mil, ou 43,3%). Apenas as regiões Sul e Sudeste apresentaram redução do rebanho caprino entre os anos analisados pelo IBGE.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O  Censo Agropecuário revela ainda que o número de estabelecimentos agropecuários voltados à caprinocultura saltou de 286,6 mil para 333,9 mil entre 2006 e 2017, representando um crescimento de 16,5%. Além disso, o comércio de animais teve expansão de 65%, saltando de 1,15 milhão para 1,90 milhão de cabeças. O avanço se reflete no valor total obtido com a venda desses animais em 2017: R$ 290 milhões, quase 300% a mais do que os R$ 73 milhões, registrados em 2006.  Em 11 anos, o preço médio de venda dos caprinos foi de R$ 63,64 para R$ 153,06, alta nominal de 14% ao ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o número de ovinos, no período, teve uma leve queda de 2,8%. Apesar da retração nos níveis nacionais, o Nordeste, região responsável por quase dois terços do rebanho brasileiro, teve acréscimo de 15,9% no número de cabeças de ovinos entre 2006 e 2017. O rebanho dos noves estados nordestinos subiu de 7,7 milhões para 9 milhões. As outras regiões, entretanto, apresentaram baixa no total de animais. Mesmo com a pequena queda no rebanho ovino, o número de estabelecimentos voltados à criação desses animais cresceu 20% (de 438,6 mil em 2006 para 526,2 mil no ano passado).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pela lei, o planejamento da política nacional será formulado e implementado em articulação com entidades dos setores de produção de ovinos e caprinos, além da indústria de processamento, de empresas e instituições federais, estaduais e municipais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os instrumentos previstos para desenvolver a ovinocaprinocultura estão o associativismo, cooperativismo, arranjos produtivos locais e contratos de parceria de produção integrada; as certificações de origem, sociais e de qualidade dos produtos; o crédito para a produção, a industrialização e a comercialização; e o seguro rural.&lt;/p&gt;</description><link>https://www.agropress.com.br/show.aspx?idMateria=17DKY59vEL3zIXOR3IV0dw==&amp;linguagem=pt</link></item><item><pubDate>Mon, 15 Jul 2019 17:54:00 GMT</pubDate><title>IICA e Microsoft criam plataforma gratuita de vídeos sobre agricultura</title><description>&lt;p&gt;A Microsoft e o Instituto Interamericano de Coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a Agricultura (IICA) lan&amp;ccedil;am o IICA Play, uma inovadora plataforma que democratiza o acesso ao conhecimento ao colocar &amp;agrave; disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtores, pesquisadores, estudantes e jovens professionais conte&amp;uacute;do t&amp;eacute;cnico, educativo e informativo relacionado com a agricultura e a pecu&amp;aacute;ria. O lan&amp;ccedil;amento da plataforma foi realizado na sede central do IICA, com a presen&amp;ccedil;a do diretor de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Microsoft para a Am&amp;eacute;rica Latina, Luciano Braverman, e do diretor geral do Instituto, Manuel Otero.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De acesso gratuito, o IICA Play se constitui como um esfor&amp;ccedil;o para diminuir brechas digitais e educativas em favorecimento de popula&amp;ccedil;&amp;otilde;es rurais, incluindo mulheres e jovens, para o acesso a conhecimentos e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para enfrentar desafios e obter ferramentas que permitam aumentar a produtividade e mitigar problemas derivados de eventos clim&amp;aacute;ticos extremos, migra&amp;ccedil;&amp;otilde;es de territ&amp;oacute;rios rurais e o esgotamento dos recursos naturais, entre outros.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;ldquo;O IICA Play oferecer&amp;aacute; conte&amp;uacute;dos de qualidade e colocar&amp;aacute; &amp;agrave; disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos produtores das Am&amp;eacute;ricas, ferramentas que sirvam para aprender e fortalecer a tomada de decis&amp;otilde;es no campo, pois oferece solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas a problemas comuns em muitos pa&amp;iacute;ses do hemisf&amp;eacute;rio. Se trata de conte&amp;uacute;dos &amp;uacute;teis e din&amp;acirc;micos, produzidos por organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es especializadas em agricultura e validados nas zonas rurais e pelo os mesmos especialistas do Instituto. A tecnologia digital &amp;eacute; a chave para contribuir a fechar lacunas de produtividade e de gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de oportunidades e a nossa alian&amp;ccedil;a com a Microsoft &amp;eacute; fundamental para isso&amp;rdquo;, explicou Manuel Otero, Diretor Geral do IICA.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;ldquo;Gra&amp;ccedil;as a esta plataforma, os agricultores de qualquer tamanho, de qualquer especialidade, em qualquer pa&amp;iacute;s da regi&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o acessar conhecimentos t&amp;eacute;cnicos, as melhores pr&amp;aacute;ticas para melhorar sua produtividade e fazer um melhor uso de seus recursos e dos recursos naturais. A plataforma brinda a oportunidade de vencer um dos maiores obst&amp;aacute;culos na Am&amp;eacute;rica Latina: o acesso ao conhecimento. &amp;Eacute; um verdadeiro motor de equidade, pois coloca ao alcance de todos um n&amp;iacute;vel de &lt;em&gt;expertise &lt;/em&gt;ao qual s&amp;oacute; as grandes agroind&amp;uacute;strias podiam chegar. A transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital do campo empodera as comunidades e as futuras gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo;, afirmou Luciano Braverman, Diretor de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Microsoft para a Am&amp;eacute;rica Latina.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;IICA Play&lt;/strong&gt; ampliar&amp;aacute; seus conte&amp;uacute;dos conforme implemente novas sinergias entre os setores p&amp;uacute;blico e privado relacionados com a agricultura. A Bayer e o Servi&amp;ccedil;o Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) do Brasil s&amp;atilde;o dois dos principais provedores de conte&amp;uacute;do oferecido pela plataforma da Microsoft e do IICA. A Agrotend&amp;ecirc;ncia TV, canal especializado, tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; outro relevante provedor de conte&amp;uacute;do, al&amp;eacute;m de produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es do pr&amp;oacute;prio IICA.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os conte&amp;uacute;dos est&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis em alta defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o, assim como em espanhol, ingl&amp;ecirc;s e portugu&amp;ecirc;s; e se adaptam ao formato das bandas (velocidade de carregamento de dados) dos usu&amp;aacute;rios, em qualquer lugar do mundo, o que permite uma visualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediata e fluida seja em computadores, telefones celulares ou &lt;em&gt;tablets&lt;/em&gt;. Pode-se acessar a plataforma no endere&amp;ccedil;o: &lt;a href="http://contacts.iica.int/r/0Fm/m/790046" target="_blank"&gt;http://play.iica.int&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</description><link>https://www.agropress.com.br/show.aspx?idMateria=ouCdK8q4Lu0UZuEelo53KQ==&amp;linguagem=pt</link></item></channel></rss>